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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

REENCARNAÇÃO





REENCARNAÇÃO


P – Hoje, em nosso posto familiar que é a Igreja de Deus em Casa, o irmão católico não entendeu o que chama de “teoria da reencarnação”. Qual, a respeito, a orientação do CEU da LBV?
R – Não se trata de teoria, mas de uma Lei, atestada pelo fato de poder o Espírito habitar, sucessivamente, muitos corpos.

P – Por que devemos crer na Lei da Reencarnação?
R – Porque somente ela explica as diferenças materiais, morais e intelectuais que se notam entre os homens. Não é criação do Espiritismo: é mais antiga que o planeta que habitais.

P – Quais as diferenças materiais?
R – As de fortuna, saúde, conformação física e tantas outras.

P – Quais as diferenças morais?
R – A variedade dos caracteres humanos, em escala impressionante.


P – Quais as diferenças intelectuais?
R – Os diversos graus de inteligência, que se patenteiam logo na infância. E mais tarde vos falaremos das DIFERENÇAS ESPIRITUAIS.

P – É um fato provado a reencarnação?
R – Sim, pelas aptidões inatas dos homens e pelas Revelações dos Espíritos. Nos tempos mais remotos, os maiores homens a professavam, convictamente. O Decálogo já a incluía, como demonstramos.

P – Jesus também a professou?
R – Sim, em vários pontos dos Evangelhos, como iremos demonstrar examinando toda a Segunda Revelação: Mateus, Marcos, Lucas e João.

P – O Espírito encarna sempre em condições mais felizes que as anteriores?
R – É o que geralmente acontece, mas o contrário também se pode dar.

P – Qual a razão disso?
R – É que, quando o Espírito conhece as causas da situação em que se encontra e o que deve fazer, para sair dela, pede a prova em que melhor possa expiar e reparar suas faltas.

P – Como se explica o fato, tantas vezes observado, da manifestação de grandes talentos em criança?
R – Pelas aptidões inatas, de suas vidas anteriores.

P – Que devemos entender por aptidões inatas?
R – A recordação dos seus conhecimentos de encarnações precedentes. Eis alguns casos: Jesus, aos doze anos ensinando os doutores; Mozart, aos sete, compondo música; Pascal, ensinando matemática aos doze; Mondex, que aos sete não encontrava problema que o embaraçasse; Van de Keerckover, pintor aos dez; Inaudi, hábil calculador aos oito; e tantos, tantos mais.

P – Podemos atribuir também a essa causa a precocidade de certos criminosos?
R – Claro que sim. O criminoso é um espírito imperfeito que se desviou do bom caminho.

P – Os selvagens são seres como nós?
R – Sim: são Espíritos que progrediram pouco, por terem menos encarnações.

P – Qual a necessidade de reencarnarmos muitas vezes?
R – A do nosso aperfeiçoamento, a fim de nos tornarmos dignos da felicidade que nos está reservada por Deus.

P – Onde reencarnam os Espíritos?
R – Na Terra e nos outros mundos, a que chamais planetas e estrelas.

P – É a Terra comparável aos outros planetas?
R – A Terra é um dos menores planetas do Sistema Solar: Urano é 74 vezes maior que ela; Netuno – 100 vezes maior; Saturno – 864; Júpiter – 1.300 vezes maior que a Terra. Este último não está sujeito às vicissitudes das estações nem às bruscas alternativas da temperatura: é favorecido por uma primavera constante, isto é, sem frio nem calor.

P – Que são as estrelas?
R – Sóis, como aquele que é o CENTRO do vosso sistema planetário. Se alguns deles (não obstante serem milhões de vezes maiores do que a Terra) vos parecem pequenos, é porque estão a imensa distâncias do vosso mundo.



P – Para que foram criados esses mundos?
R – Deus não criou nada inútil. Esses mundos são habitados por seres que nem sempre podem ser vistos ou fotografados.

P – É infinito o espaço?
R – Sem dúvida. Se lhe supuserdes um limite, que haverá além dele?

P – Existe o vácuo absoluto?
R – Não: o próprio espaço é ocupado pela substância que a ciência denomina éter.

P – Que é que constitui o Universo?
R – O Universo compreende a infinidade dos mundos que povoam o espaço infinito; todos os seres classificados pelo homem como animados e inanimados; todos os astros; todos os fluidos e todos os seres espirituais.

P – Como se formam os mundos?
R – Pela condensação da matéria disseminada no espaço ou matéria cósmica.

P – Também os mundos desaparecem?
R – Com o tempo, tudo se transforma no Universo, a fim de se cumprir a Lei do Progresso.

P – A constituição física é a mesma em todos os mundos?
R – Não. Às vezes, eles diferem em tudo, e o mesmo acontece com os seres que os habitam.

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