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sexta-feira, 9 de março de 2012

LIÇÕES DO EVANGELHO




LIÇÕES DO EVANGELHO


P – Estamos apreciando, com muita alegria, os ensinos do Evangelho “trocados em miúdos”, para nos facilitar o entendimento perfeito da Segunda Revelação. Esse trabalho do CEU da LBV não pode continuar?
R – Sim, porque nosso objetivo é simplificar tudo o que ponha ao alcance das multidões os ensinamentos do Espírito da Verdade. A unificação das Quatro Revelações é a última palavra de Jesus para salvação da Humanidade.

P – O trabalho é uma lei de Deus?
R – Sem dúvida, porque é uma necessidade das mais importantes.

P – Devemos considerar como TRABALHO somente as ocupações materiais?
R – Toda ocupação útil é trabalho, não só no campo material. O Espírito também trabalha, e o próprio Deus não pára de trabalhar.

P – Para que foi imposto ao homem o trabalho?
R – O trabalho é o meio de aperfeiçoar a inteligência do homem; assim, ele assegura seu progresso, bem-estar e felicidade. Se não fosse o trabalho, o homem não sairia nunca da sua infância intelectual.

P – Nos mundos mais adiantados, o Espírito está sujeito à mesma necessidade do trabalho?
R – Em todas as “moradas da casa do Pai” ninguém permanece inativo e inútil. A ociosidade seria suplício em vez de benefício.

P – Está livre da Lei do Trabalho quem possui fortuna suficiente para garantir no mundo a sua existência?
R – Do trabalho material, sim; mas nunca da obrigação de se fazer útil, segundo os seus recursos, ou de aperfeiçoar a sua inteligência e a dos outros. Tudo isso é trabalho, e tanto maior é esse dever quanto mais tempo e recurso o homem tiver. È a Lei Divina: mais se pedirá a quem mais se deu.



P – Que devemos pensar dos que usam sua autoridade para impor trabalho excessivo aos seus inferiores?
R – Esses pagarão por suas más ações, porque infringem a Lei de Deus.

P – O homem tem direito ao descanso na sua velhice?
R – Sim, cada um está obrigado ao trabalho material até onde chegam as suas forças.

P – Que recurso tem o ancião que precisa de trabalhar para viver e não pode faze-lo?
R – O recurso é que o forte, então, trabalhe para o fraco. Na falta da família, a sociedade tem o dever de socorre-lo. Esta é a Lei da Caridade, ensinada nos Evangelhos pelo Cristo de Deus.

P – Por que o CEU da LBV não divulga, também, os ensinamentos dos preceptores espirituais de todas as religiões e filosofias?
R – A LBV, a serviço de Jesus, já o fez em mais de trinta anos ininterruptos. Agora, os tempos chegaram. A Humanidade já entrou na curva final do Apocalipse. Não há mais tempo nem ocasião para torneios verbais ou culturais, alimentados por esses preceptores ou “mestres” famintos de projeção pessoal. Sim, nesta hora, TUDO VOLTA AO CRISTO, PORQUE É DO CRISTO.

P – O matrimônio, isto é, a união permanente de dois seres, é contrário à lei natural?
R – Ao contrário: o casamento representa um progresso da sociedade humana.

P – Qual das duas está mais de acordo com a lei natural: a monogamia ou a poligamia?
R – A monogamia, porque o matrimônio deve estar fundado no amor espiritual, no afeto real e permanente, SEM NENHUMA SENSUALIDADE. Não existe amor na poligamia e, por isso mesmo, ela desaparecerá, brevemente, da face da Terra.

P – O celibato voluntário é meritório, diante de Deus?
R – Não. Os que vivem assim, por egoísmo ou motivos correlatos, enganam a si mesmos e a todo mundo. Raríssimas exceções aconteceram na História da Humanidade. Esse “voluntário celibato” se diz inspirado em Jesus, que – para servir a Deus – não se casou. Erro grave, porque o Cristo não tinha corpo material.

P – Tem algum mérito a vida de mortificações ascéticas?
R – Não, pois não aproveita a ninguém. Se aproveitar a quem a pratica, e si impedir de fazer o bem a outrem, ela é ainda uma das formas do egoísmo.

P – Quando a reclusão e as provações penosas têm por objetivo uma expiação, há nelas algum mérito?
R – A melhor expiação é resgatar o mal que se fez com o bem que se pode fazer. Essas “privações penosas” resultam numa forma de suicídio lento, condenado pela Lei de Deus.

P – Que devemos pensar da mutilação do corpo, da autoflagelação dos que, assim, pretendem ganhar o Reino do Céu?
R – Loucura autorizada pelos ignorantes da Lei de Deus. Tudo quanto for inútil não terá mérito, jamais. Para dominar a matéria carnal basta praticar, somente, aLei Divina que é a Caridade, combatendo sempre toda idéia de mutilação, todas as flagelações imagináveis.

P – É racional a abstenção de certos alimentos, prescritas em certos povos por seitas religiosas ou filosóficas?
R – Não, porque tudo o que puder alimentar o homem, e não for em prejuízo de sua saúde, é permitido na Lei de Deus.

P – É meritória a abstenção do alimento animal, ou de qualquer outra espécie, quando o fazemos por expiação?
R – Sim, quando vos privais dele em BENEFÍCIO DE OUTREM.

P – Com que fim Deus dotou os seres com do instinto de conservação?
R – Com o fim de poderem evoluir, pois a vida é necessária ao aperfeiçoamento espiritual de todos.

P – Todos os homens têm, igualmente, o direito de usar os bens da Terra?
R – Sem dúvida, pois esse direito é conseqüente da necessidade de viver. Deus não impõe um dever sem dar, primeiro, aos homens os meios de cumpri-lo.

P – Que devemos julgar do homem que busca nos excessos de toda espécie um requinte aos seus gozos?
R – Quem age assim se torna inferior ao bruto, pois não sabe restringir a satisfação das suas NECESSIDADES REAIS. Quanto maiores forem os seus excessos carnais – sob o julgo da natureza animal – maiores serão os seus tormentos físicos e espirituais. Todos esses excessos acabam na loucura, por obsessão e possessão.

P – Qual a grande utilidade do Céus para os estudiosos do espiritualismo?
R – Como os seus ensinos são, exclusivamente, do Espírito da Verdade, a utilidade maior é a correção das infiltrações mediúnicas observadas em Kardec, Roustaing e outros grandes pioneiros da UNIFICAÇÃO DE TODAS AS REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS.

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