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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

RENOVAR OU MORRER





RENOVAR OU MORRER


P – Sabemos que Jesus lhe deu as mediunidades necessárias à obra de UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES. Do contrário, o senhor não poderia localizar as “infiltrações mediúnicas” nas obras de Kardec e Roustaing. Estamos certos?
R – Sim, o que prova que sou mero instrumento nas santas mãos do Senhor. É preciso, em obras importantes do Espírito da Verdade, eliminar o personalismo, a vaidade, o orgulho, o egoísmo e, principalmente, o sectarismo dos homens. Esta é a condição fundamental, imposta pelo espírito Santo. As forças divinas não têm tempo a perder com os “mestres” humanos, culpados de tanta confusão, em detrimento do plano restaurador da Verdade. Agora, mais do que nunca, o Cristo faz valer sua Boa Vontade, advertindo: RENOVAR OU MORRER. É o lema do Centro Espiritual Universalista, o CEU da LBV.


P – Hoje compreendemos o caráter anti-sectário da Legião da Boa Vontade. Se o Presidente da LBV pertencesse a qualquer das crenças religiosas, existentes no mundo, não poderia ser escolhido para a Obra de Unificação Final do Ciclo. Não é assim?
R – Evidentemente. Tenho de me colocar na posição de Jesus, diante de todos os credos humanos. Amando a todos, sim, mas colocando o Cristo acima deles, acima de todos os “iluminados”, neste mundo que ainda é o GRANDE MANICÔMIO. É melhor, portanto, marchar sempre com o Espírito da Verdade.

P – A vida social é uma das Leis Naturais?
R – Sem dúvida: todos os homens devem contribuir para o progresso, ajudando-se mutuamente pela prática do Novo Mandamento.

P – O progresso moral segue o progresso intelectual?
R – Sim, é a sua conseqüência; mas nem sempre o segue imediatamente.

P – Como pode o progresso intelectual conduzir ao progresso moral?
R – Desde que o homem compreenda o Bem e o mal, pode então escolher. O desenvolvimento do livre arbítrio segue o da inteligência e aumenta a responsabilidade das suas ações.

P – Pode o homem deter a marcha do progresso?
R – Não, porque a ninguém é dado a neutralizar uma lei de Deus. Mas o homem pode, como instrumento das forças do mal, colocar sérios obstáculos na marcha. Daí a necessidade da oração e da vigilância, como no caso da LBV.

P – Não parece, às vezes, que o homem retrocede, em vez de se adiantar, pelo menos sob o ponto de vista moral?
R – O homem progride sempre, mesmo sem o querer, pois cada dia ele compreende melhor o mal, e a todo instante é levado a reformar as suas leis. É essa compreensão que lhe mostra a necessidade das reformas, inspiradas pelo bem comum.

P – Os homens são todos iguais perante Deus?
R – Sem nenhuma dúvida. Todos têm um mesmo princípio e um mesmo destino final. As Leis de Deus são iguais para todos, sem qualquer exceção.

P – Por que Deus não deu as mesmas aptidões a todos os homens?
R – O Pai deu iguais aptidões a todos os seus filhos, mas cada um deles tem vivido mais ou menos tempo, conforme a soma de suas encarnações. A diferença provém, portanto, do seu grau de experiência e da vontade resultante do livre arbítrio de cada um. É por isso que os mais adiantados têm maiores aptidões do que os outros.

P – Será possível, como quer o materialismo, estabelecer a igualdade absoluta das riquezas?
R – Não, porque se opõem a isso as Leis Divinas, que regulam todos os destinos humanos, com uma perfeição que excede a todo entendimento. Os homens passam por todas as provas, necessárias ao seu aperfeiçoamento, na pobreza ou na riqueza, na inteligência ou na ignorância, na fealdade ou na beleza. Cada um vai colher exatamente o que semeou.

P – Que devemos pensar ao que acreditam ser esse o remédio para os males da sociedade humana?
R – Esses estão iludidos pelas quimeras de Satanás, que é a ignorância gerando o mal em todas as suas manifestações. NINGUÉM PODE IGUALAR OS DESIGUAIS. O remédio perfeito é o conhecimento da Verdade nas Quatro Revelações do Cristo de Deus.

P – O homem e a mulher são iguais diante de Deus e têm os mesmos direitos?
R – Sem dúvida alguma, porque Deus a ambos deu inteligência, para distinguir o Bem do mal, e a faculdade de progredir.

P – Qual a razão da inferioridade da mulher em certos povos?
R – O império injusto e cruel que o homem exerce sobre ela, resultado das instituições sociais geradas pelo abuso dos fortes contra os fracos. Já foi pior, será cada vez melhor para a mulher, dentro da Lei do Progresso.

P – Com que fim é a mulher, em geral, mais débil fisicamente do que o homem?
R – Para que ela possa exercer outra espécie de trabalhos, mais leves e delicados. Ao homem, geralmente, cabem os trabalhos mais rudes.

P – A debilidade física da mulher não a coloca, naturalmente, sob a dependência do homem?
R – Sim. Mas, se a natureza dotou o homem com mais força, é para que ele proteja a mulher, não para que a escravize.

P – As funções a que está destinada a mulher, para com seus filhos, têm tanta importância quanto as que estão reservadas ao homem?
R – São muito mais importantes: a mulher é quem dá aos filhos as primeiras noções da vida?

P – Deve a legislação, para ser justa, consagrar igualdade de direitos e funções à mulher e ao homem?
R – De direitos, sim; de funções, não. Cada qual deve ter as ocupações que lhe são próprias, segundo as suas aptidões. A emancipação da mulher assinala o progresso social; sua escravização denuncia lamentável atraso.

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