Aqui é o Campo Neutro que tanto pregou ALZIRO ZARUR. Estaremos debatendo e discutindo assuntos da mais alta importância no que tange ao NOVO MANDAMENTO e a DOUTRINA DO CÉU, dois temas que resumem ALZIRO ZARUR.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O SOL E O CEU
O SOL E O CEU
P – Sempre admiramos na
Legião da Boa Vontade seu caráter anti-sectário. Recebemos com imensa alegria a
criação do Centro Espiritual Universalista. Mas a palavra CENTRO não poderá dar
idéia de alguma “tendência” religiosa?
R – O CEU é tão
anti-sectário quanto a LBV. Mas sua grande missão é unificar as Quatro
Revelações, CENTRALIZANDO todos os ensinamentos esparsos do Espírito da
Verdade. O SOL não é o centro do vosso sistema planetário? Pois o CEU é o
centro do vosso sistema religioso. Qualquer dicionário define: CENTRO –
Ponto situado no interior de uma esfera eqüidistante de todos os pontos da circunferência;
ponto para onde as coisas convergem. Que todos sejam UM, na esfera
terrestre – eis a palavra de ordem do Cristo de Deus, repleta de misericórdia.
P – Que é misericórdia?
R – É a virtude que consiste
na compaixão, na piedade pelos sofrimentos humanos, principalmente nesta Era
Apocalíptica final.
P – Como praticar a
misericórdia?
R – Vivendo o Novo
Mandamento de Jesus, com o esquecimento e o perdão das ofensas, próprios das
almas grandes que já estão FORA DO ALCANCE DO MAL. Com que direito pedireis a
Deus o perdão das vossas faltas, se não tiverdes antes perdoado as ofensas dos
vossos inimigos? Meditais: perdoar é transferir a Deus o julgamento dos
ofensores.
P – Que é virtude?
R – Na sua elevada
significação, virtude é o conjunto de todas as qualidades essenciais ao homem
de Bem. Ser bom, trabalhador, caridoso, sóbrio, humilde – são qualidades do
homem virtuoso.
P – Que é paciência?
R – É a resignação, a
submissão a todos os sofrimentos, tanto morais quanto físicos. Não há dor sem
causa justa. O que chamais de MAL reverte sempre em vosso benefício, dentro da
Lei Divina.
P – Que é probidade?
R – Probidade é honradez, e
faz parte da justiça. O homem probo deve ter um caráter retilíneo, pureza e
integridade em todos os seus atos. Amará a eqüidade, a decência, e jamais se
apossará do que não lhe pertence por direito divino.
P – Que é indulgência?
R – É o legítimo sentimento
fraternal, que faz esquecer as ofensas e defeitos do próximo. A indulgência –
sempre conciliadora – é boa conselheira em todas as circunstâncias da vida.
P – Até onde podemos e
devemos entender o perdão?
R – Até onde Jesus o
definiu: quando perdoardes ao vosso próximo, não vos deveis contentar em correr
o véu do esquecimento sobre as suas faltas, mas tereis de fazer tudo o que
puderdes em seu benefício. Se, depois de tudo isso, ele permanecer como o filho
da perdição, entregai-o à sua própria sorte, determinada pelo seu
livre-arbítrio. A Lei de Deus o julgará.
P – Quais são os principais
males do homem?
R – O egoísmo, o orgulho, a
inveja, a cólera e a avareza são mais cruéis do que a fome e a sede. A cólera
arrasta o homem ao desvario, compromete a sua saúde e, às vezes, sua vida. O
egoísmo é o maior obstáculo à felicidade dos povos, pois dele se originam todas
as misérias da guerra. Avareza, negação da Caridade exclui o exercício de
grande número de virtudes, porque acorrenta a alma aos bens terrestres. A
inveja produz o pesar e o desgosto pela felicidade alheia, roendo as próprias
entranhas do invejoso. O orgulho é a causa das grandes ambições e dissidências
entre os homens e os povos. Para todos esses males só há um remédio: alfabetização
espiritual, como a definiu a LBV na sua Cruzada de Reeducação Geral. Só a
Verdade vos libertará – repete o Cristo.
P – Que devemos pensar do
jogo?
R – É uma paixão funesta,
que pode arrastar o homem ao suicídio e fazer que ele se converta num dos seres
mais egoístas do mundo. O jogador se transforma num joguete dos espíritos maus,
que o reduzem à condição de parasito social, alérgico a todos os sentimentos
nobres. Já obsidiado na sua fome insaciável de ouro, chega ao ponto de
sacrificar a sua família e, se ocupar lugar elevado diante dos homens, também
sacrificará todos os seus dependentes à sua loucura.
P – E que devemos pensar do
fumo e da bebida?
R – São elementos de
destruição da saúde. O verdadeiro cristão não se deixa escravizar por nenhum
vicio: domina todos eles, porque lhe cumpre conservar o corpo até ao final da
sua missão na Terra.
P – Quando desencarna, que
leva o rico para o outro mundo?
R – Nada. Apenas a lembrança
do Bem e do Mal que praticou.
terça-feira, 10 de abril de 2012
A OBRA DA UNIFICAÇÃO
A OBRA DA
UNIFICAÇÃO
P – Pelo o que nos foi dado
observar na Primeira Revelação do CEU – a significação do Decálogo na íntegra,
de acordo com o original bíblico – a LBV prestará ao Brasil, e a toda
Humanidade, um serviço de grandeza inapreciável. Quando sairá em livro a
UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES?
R – Diz o Espírito da
Verdade que serão vários livros, porque o CEU reunirá neles todos os ensinos
dos Guias Superiores. Por isso é que a Obra não terá autores humanos: a
Gloriosa Falange está procedendo à REVISÃO GERAL dos trabalhos realmente
ditados por eles, expurgando-os de suas “infiltrações mediúnicas”. Portanto,
ninguém pode julgar o todo por qualquer das partes: Moisés, os Evangelistas e
os Apóstolos AINDA TÊM MUITO A REVELAR À HUMANIDADE.
P – O homem tem direito a
dispor de sua vida?
R – Não. O suicídio é transgressão
da Lei de Deus; é a maior crueldade que o homem pode cometer contra si mesmo. O
suicídio nasce do erro, alimenta-se da covardia e não a extingue. Covardia,
egoísmo, orgulho, ceticismo e principalmente ignorância das Leis Divinas – eis
as causas do suicídio.
P – E quando o suicídio tem
por objetivo evitar o aparecimento de uma ação má?
R – O suicídio não esconde
as culpas de ninguém. E, pelo contrário, neste caso há duas faltas, em vez de
uma. Quem teve coragem para fazer o mal deve tê-la, também, para enfrentar as
conseqüências.
P – Que devemos pensar
daquele que se suicida para alcançar mais depressa outra vida melhor?
R – Somente pela prática do
Bem pode o homem alcançar vida melhor. O suicida tem de começar tudo de novo.
P – Não é meritório o
sacrifício da vida quando o fim dele é salvar a outrem ou ser útil ao
semelhante?
R – Conforme a intenção
real, diante de Deus, isso pode ser sublime. Só é perdoável o sacrifício da
vida quando não é movido pelo egoísmo ou pelo orgulho: isto só mesmo Deus pode
saber.
P – Qual o sentimento que,
no instante da morte, prevalece na maioria dos homens: a dúvida, o temor ou a
esperança?
R – Nos endurecidos – a
dúvida; nos culpados – o temor; nos homens de bem – a esperança.
P – Depois da morte, as
penas e os gozos da alma têm alguma coisa de material?
R – Não podem ser materiais
porque a alma não é matéria. Essas penas e esses gozos, entretanto, são mil
vezes mais sensíveis do que aqueles que se poderiam experimentar no mundo, pois
no estado espiritual a alma é muito mais impressionável, visto não estar com
suas sensações embotadas pela matéria.
P – O que é Espírito?
R – O princípio inteligente
do Universo.
P – E qual a definição da
matéria?
R – A matéria é o laço que
prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao
mesmo tempo, exerce a sua atividade.
P – Há, então, dois
elementos gerais do Universo – a matéria e o Espírito?
R – Sim, e acima de tudo –
DEUS. Mas, ao elemento material se tem de juntar o fluido universal, que
desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente
dita, grosseira demais para que o Espírito possa exercer ação sobre ela.
P – Que se deve pensar do
homem que, sem fazer o mal, também não se esforça por sacudir o julgo da
matéria?
R – Permanece estacionado, e
assim prolonga os sofrimentos da expiação.
P – Sempre reconhece as suas
faltas, depois da morte, o homem perverso, que não as reconheceu durante a vida
terrestre?
R – Claro que sim. E, então
sente todo o mal que fez ou de que se tornou causa involuntária.
P – Basta o arrependimento
sincero, durante a vida, para apagar nossas faltas e Deus nos perdoar?
R – O arrependimento prepara
a melhora do Espírito, mas não revoga a Lei de Deus: é preciso expiar todas as
faltas cometidas.
P – E as faltas podem ser
redimidas?
R – Sem dúvida, pela
reparação. Mas o homem não se redime com algumas privações pueris nem com
donativos depois de sua morte, quando já não precisa mais deles. A perda de um
dedo no trabalho resgata mais dívidas que o cilício, durante anos seguidos, sem
outro fim que o da própria conveniência, pois não beneficia a ninguém. Só com o
Bem é que se pode reparar o mal.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O CÉU E O INFERNO
O CÉU E O
INFERNO
P – Estamos ouvindo com
atenção os programas radiofônicos da LBV, exatamente para assimilar os
ensinamentos do CEU. Já estivemos pensando nas obras que seriam editadas com a
matéria que a LBV irradiou, durante mais de trinta anos. Que diz?
R – Tudo tem sua hora, de
acordo com os desígnios do Mestre. Tudo aquilo foi, apenas, a preparação do que
hoje pode ser escrito. Foi necessário, em todos esses anos, usar de uma
linguagem que TODOS pudessem entender, a fala do improviso para o “homem do
povo”. Agora, o Espírito da Verdade já tem ambiente para a sua comunicação
final.
P – Existem o inferno e o
paraíso, tais como a religião humana os representa e localiza?
R – Não existe uma
determinação absoluta dos lugares de castigo e de recompensa, a não ser na
imaginação dos que se encontram fora da realidade espiritual. As almas estão
disseminadas por todo o Universo.
P – Em que sentido devemos compreender
a palavra céu?
R – Deveis considerar como
céu o espaço universal, os planetas, as estrelas, todos os mundos superiores,
onde as almas elevadas desfrutam a felicidade, sem as tribulações da vida
material, as angústias inerentes à inferioridade. A Terra é um dos mundos de
expiação; as almas que o habitam têm de lutar contra as suas próprias
perversidades e contra a inclemência da natureza – trabalho muito penoso, mas
que serve para desenvolver as faculdades da inteligência e as qualidades do
coração. Por esse modo, Deus faz que o castigo reverta em benefício do próprio
Espírito.
P – Que se deve entender por
purgatório?
R – É a expiação. A Terra é,
para os culpados, um verdadeiro purgatório, onde eles resgatam seus débitos
diante da Lei.
P – Que devemos compreender
por alma penada?
R – Todo Espírito errante
que sofre, incerto do seu futuro, é uma alma penada.
P – A benção e a maldição
podem atrair o Bem e o mal sobre aqueles a quem são endereçadas?
R – A Divina Providência
jamais deixou de ser justiceira: a benção somente pode alcançar aquele que se
tornou digno dela; a maldição, também, só tem efeito contra aquele que se
revelou malvado.
P – Por que Jesus expulsou
os vendilhões do templo?
R – Para condenar o tráfico
das coisas santas, sob qualquer disfarce com que se apresente. Deus não vende a
sua benção, nem o seu perdão, nem a entrada no céu; portanto, o homem
(sacerdote ou leigo) não tem direito a receber paga das orações que faz em
intenção de outrem.
P – Que se deve pensar do
dogma “fora da Igreja não há salvação”?
R – Esse dogma, exclusivista
e absolutista, em vez de unir os homens, os divide; em vez de despertar o amor
entre irmãos, sanciona e mantém o ódio entre os sectários das religiões, que se
consideram reciprocamente “malditos” na eternidade, mesmo sendo parentes ou
amigos no mundo. Ora, o denominador comum de todas as crenças, religiosas ou
filosóficas, é o Novo Mandamento de Jesus: é a Caridade, é o Amor, é a
Fraternidade, é a Liberdade, é a Igualdade. Preferimos universalizar a Verdade,
proclamando: FORA DO NOVO MANDAMENTO NÃO HÁ SALVAÇÃO. E assim devolvemos ao
Cristo o que é do Cristo.
P – Quais as conseqüências
que produz o arrependimento, no estado espiritual?
R – O desejo de reparar as
faltas cometidas contra o próximo, na vida terrena; pedido de uma nova
encarnação, com esse fim.
P – A paternidade pode ser
considerada missão?
R – Sem dúvida. É, ao mesmo
tempo, responsabilidade muito grande que se toma para o futuro, pois os filhos
são colocados sob a tutela dos pais para que estes os guiem no caminho do Bem.
P – Por que é que os homens
mais inteligentes são, às vezes, ateus ou viciosos?
R – O Espírito pode ser
adiantado num sentido (intelectual), e não em outro (moral). Mas, como todos
têm de progredir, intelectual e moralmente, com o tempo eles encontrarão a
chave do equilíbrio.
P – Por que são
materialistas tantos homens de ciência?
R – Porque julgam saber
tudo, e não admitem que coisa alguma seja superior ao seu entendimento. Sua
própria ciência os torna presunçosos, e esquecem que ela ridicularizou, em
outros tempos, Colombo, Newton, Franklin e Jenner, como o fez neste século com
os adeptos e pioneiros do hipnotismo. Que motivo há para estranhar que neguem a
existência de Deus e da alma? Mas não há orgulho que não tenha fim.
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